Imagine Paris sem a iluminação da Torre Eiffel e o Portão de Brandenburgo, em Berlim, totalmente no escuro. Ainda pense na esfinge e as pirâmides do Cairo; a Fontana di Trevi, em Roma; a ponte Golden Gate em São Francisco; a Catedral de Lima; a estátua de Alexandre O Grande, na Grécia; a Cidade Proibida, em Beijing; o Forte Vermelho, na Índia e o segundo maior prédio do mundo, Taipei 101, em Taiwan, todos apagados.
Pois no dia 27 de março, é isso que vai acontecer: o cenário das cidades ao redor do mundo será bem diferente do que o usual. Das 20h30 às 21h30, 2.383 cidades em 117 países participarão da Hora do Planeta 2010 e irão desligar as luzes de seus monumentos mais conhecidos e maiores construções para mostrar a preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. No total, serão 812 ícones sem luz.
As três cidades situadas mais ao norte no globo, Murmank (Russia), Hammerfest (Noruega) e NuuK (Groelândia), e as três mais ao sul, Hobart (Austrália), Ushuaia (Argentina) e Queenstown, na Nova Zelândia, também estão engajadas na Hora do Planeta 2010 e levarão o movimento literalmente de norte a sul da Terra. E vai ser inclusive na Nova Zelândia que o movimento global irá começar. Pelo fuso horário, as Ilhas Chatham serão o primeiro local a apagar suas luzes.
No Brasil, até o momento, 145 monumentos e locais públicos serão apagados. A falta de iluminação no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; na Ponte Estaiada, em São Paulo; no Palácio de Cristal, em Curitiba; no Palácio Dante Martins de Oliveira, em Cuiabá; no Palácio Rio Branco, em Rio Branco; no Arco da Praça Portugal, em Fortaleza; passarão aos brasileiros o recado da necessidade de conter o desmatamento e proteger os ecossistemas terrestres e aquáticos e a biodiversidade do nosso país.
A cinco dias da noite do evento, a Hora do Planeta no Brasil, que é liderada pelo WWF-Brasil, tem o apoio de 42 cidades - das quais 11 são capitais e representam todas as regiões -, de dois governos estaduais - Acre e Minas Gerais -, de 1.328 empresas e 226 organizações, além dos patrocinadores Coca-Cola Brasil, TIM, Walmart e HSBC. A construtora Rossi também está financiando a iniciativa.
Realizada pela primeira vez em 2007, em Sidney, na Austrália, a Hora do Planeta 2010 superou todos os recordes de adesões dos anos anteriores e tem se espalhado ainda mais pelo mundo. 33 países, entre eles o Nepal, Mongólia, Arábia Saudita, Nigéria, Paraguai, Uruguai e Marrocos, participam pela primeira vez e levam a mensagem de preservação do planeta a novas regiões.
Assistimos diariamente uma infeliz sucessão de catástrofes e muitos perguntam: seria o fim do mundo de acordo com várias religiões? Uma realidade quase profética está deixando as pessoas atemorizadas. Os visionários buscam respostas através de cálculos que tentam traduzir as mensagens dos livros religiosos, mas compreender o que está ocorrendo não é um trabalho fácil. A ciência explica que a Terra está caminhando para um alinhamento que levará a uma natural mudança no campo magnético terrestre.
Para os maias, o início do fim da nossa Era foi iniciado em 1999 e alcançará o ápice em 2012. Os cristãos falam da proximidade do dia do juízo final. Em 1555, Nostradamus, nas quadras de suas centúrias, descreveu a 3ª Guerra Mundial, onde presenciaríamos grandes calamidades: "chuva, sangue, leite, fome, ferro e peste; será visto fogo no céu e correr grande faísca".
Todas as previsões são unânimes em afirmar que os dias finais serão marcados por fenômenos espantosos como gigantescas ondas provocadas por tsunamis, desabamento de montanhas, erupções vulcânicas, incêndios e muitas vidas perdidas.
Das previsões mais conhecidas, as "Sete Profecias Maias" (4 a.C - 9 a.C) está sendo considerada uma das mais impactantes. O índio maia Chalam Balam criou um calendário com base nas contagens de ciclos conhecidos como katun (ou b'ak'tun), que se iniciou há mais de 5 mil anos, cujo término estaria marcado para 23 de dezembro de 2012. Os maias dedicavam especial atenção ao estudo do tempo e alguns fatos previstos já ocorreram, descritos na década de 80 e 90 por estudiosos que também traduziram as profecias, que transcrevo aqui de maneira reduzida:
1) No solstício de inverno, que ocorrerá em 23 de dezembro de 2012, cidades serão destruídas pela ação da natureza; os homens serão vistos em seu grande salão de espelhos no "tempo do não-tempo" onde todos serão juízes de si mesmos.
2) Um eclipse solar ocorrido em 11/8/1999 mudou a consciência planetária. A partir disso, existiriam dois caminhos a seguir: a tolerância ou o medo. Cada ser humano deverá fazer sua escolha. Também marca o início de intensos conflitos políticos .
3) O aumento da temperatura da Terra produzirá transformações geológicas e climáticas que afetará a fauna e flora.
4) A intensa atividade solar irá provocar alterações nos oceanos e o derretimento dos pólos.
5) Todo sistema baseado no medo passará por uma grande mudança; uma crise no sistema financeiro fará com que a sociedade seja reorganizada>
6) O aparecimento do cometa Ajenjo colocará a Terra em risco.
7) O início de uma Nova Era irá ocorrer devido a uma faixa vibracional emitida pela luz do centro da galáxia, concedendo aos seres humanos um novo tipo de comunicação sem limites.
A mitologia do povo celta (1.300 a.C) e as sibilinas romanas (6 a4 a.C) já prediziam que nos finais dos tempos ocorreriam a mudança climática das estações, a decadência das classes sociais, a maldade e o relaxamento do costumes.
No Apocalipse (Revelação) de São João está escrito que reinará unicamente o fogo e a água. A besta subirá do abismo, guerreará, matará, triunfará (AP. 11.7) e desviará do bom caminho toda terra habitada (Ap. 12.9). Também trata do cometa Absinto e do Armagedom, ou seja, a batalha final onde Deus e seus soldados tentarão destruir o anticristo (Ap. 16.16; 20. 1-3, 7.10). As nações estarão unidas neste confronto final.
Para o islamismo, antes do fim dos tempos vários sinais poderão ser vistos, como o nascimento do Sol no poente, o som das trombetas e o aparecimento da besta. O Alcorão revela que o mundo não acabará, mas sofrerá grandes alterações.
A teosofia fundada por Helena Blavatsky revela que a etapa final dos tempos está associada aos novos valores espirituais adquiridos depois do sofrimento pela humanidade. A gnose entende como algo natural e que não se deve temer, pois tudo é uma manifestação da grande deusa ou Sophia, o aspecto feminino de Deus que está descontente com o que fazemos com a natureza. Este conceito é muito similar com o I Ching ou O Livro das Mutações, que pontuou uma grande alteração da consciência dos homens que ocorreria em novembro de 2012.
Os judeus não veem o fim com uma catástrofe, mas, sim, a vinda do Messias. Enquanto hinduístas e budistas referem-se a ação da deusa Kali, que destroi para reconstruir um novo ciclo.
O espiritismo explica que existe a necessidade de reconhecer que o progresso desmedido traz o sofrimento e as tragédias, cuja intenção é fazer com que os seres humanos corrijam erros e progridam mais depressa espiritualmente.
O que se nota é que a maioria das revelações proféticas atenta a um fato transformador em 2012: a Terra não terá um fim, mas o término do modo em que a vemos em todos os sentidos, onde o exercício da nossa liberdade pode influenciar novas alternativas. Quem sabe não seria o momento ideal para aproveitar melhor a vida e deixar de se preocupar tanto com a ideia de quando vamos morrer?
O que pode ser feito? Precisamos tomar cuidado para não sermos Cassandra e ver tudo de maneira negativa. A lenda conta que o deus Apolo se apaixonou por Cassandra, filha dos reis de Troia e, por isso, ensinou-lhe a arte da adivinhação. Porém, depois que recebeu este dom, desfez-se do deus. Irado por não ter cumprido sua parte no trato e sentindo-se rejeitado, Apolo cuspiu na boca de Cassandra e a amaldiçoou. A partir daquele momento, nenhuma pessoa acreditou nas previsões da bela mulher, embora fosse considerada como uma das melhores sacerdotisas que já teria existido. A partir daí, Cassandra passou a fazer suas previsões de maneira histérica, gritando, arrancando os cabelos e movimentando seu corpo de maneira desordenada, sem que ninguém acreditasse em uma única previsão. Por isso o dito popular lembra o mito com frases como esta: "fulana parecia Cassandra", quando alguém utiliza de previsões e diz apenas desgraças.
Ouvir nossa intuição também ajuda, pois é através dela que o anjo guardião consegue nos avisar de algo, porém é sabido que não se pode escapar quando se chega a hora. Todos que se foram nestas tragédias estavam preparados, já que a voz secreta já os havia informado, pois cumpriram suas missões.
Seria o fim do mundo? Nem mesmo as previsões podem dizer com certeza. É um desafio tentar descobrir o que irá acontecer. O certo é que esses acontecimentos fazem parte do grande mistério do universo.
Já que o assunto da vez são os carregadores, a ordem é esquecer os PowerMats e coisas assim, porque o Airnergy da RCA é o meu novo favorito ao posto de futuro da recarga de eletrônicos.
A tecnologia não é exatamente nova, como aponta o OhGizmo, mas é a primeira aplicação dela que traz real utilidade para os consumidores. Resumidamente, o Airnergy consegue pegar a energia criada por um sinal wi-fi, armazená-la e usá-la para recarregar algo.
Na CES, a bateria do dispositivo (que eu acredito já estar pré-carregada com wi-fi da feira) conseguiu recarregar um BlackBerry de 30% a 100% em cerca de 90 minutos.
Bastante útil, e o mais incrível: a empresa promete o produto para as próximas semanas por 40 dólares! Nada mau, ainda mais considerando que, mesmo no Brasil, hotspots wi-fi estão cada vez mais comuns. Muito simples, relativamente barato e incrivelmente útil se funcionar como prometido – de longe umas coisas mais legais que eu vi nessa edição da CES.
Para quem está pensando em decorar a casa de forma autêntica e sustentável, essa pode ser uma boa opção. A BagLight é uma sacola comum, como as que utilizamos para carregar compras. A diferença está no corte feito no centro do objeto que, com a entrada da luz do sol, cria um efeito inusitado, parecendo que a lâmpada está realmente ligada.
A criação da Liquidesign é feita apenas com papel e papelão e possui quatro formatos de corte: dois para mesa e dois para serem pendurados no teto. Os desenhos são em forma de abajur, luminária de mesa e até de lâmpada incandescente. A BagLight pode ser usada em ambientes externos, onde a luz do sol será responsável pelo efeito de dentro da sacola, ou em ambientes internos, com uma lâmpada de verdade dentro (de baixo consumo energético, de preferência).
As luminárias estão à venda e podem ser enviadas a qualquer país. Os preços variam entre £16.99 e £29.99 e no site da Design flow o envio para qualquer lugar fora da Europa custa US$10.
E os que gostaram da ideia, mas não querem ou podem pagar pela luminária, podem se inspirar na criação e aproveitar materiais que geralmente iriam para o lixo e transformá-lo em algo tão bonito e “útil” quanto a BagLight.
Foi inaugurada a primeira usina osmótica do mundo nesta quarta-feira (25) em Tofte, na Noruega.
Ainda em fase de testes, o protótipo promete ser uma fonte de energia limpa, renovável e facilmente integrada às zonas industriais existentes. A usina aproveita a energia disponível em um processo que ocorre naturalmente no encontro entre água doce e água salgada por meio de uma membrana: a osmose.
O termo pode não ser usado no dia-a-dia, mas deve soar familiar para quem se lembra das aulas de biologia do colégio. Osmose é o processo de passagem da água de um meio menos concentrado para um mais concentrado através de um membrana semi-permeável.
Pensando nesse processo, a empresa Statkraft inaugurou hoje o primeiro protótipo que gera eletricidade explorando a energia disponível quando água doce e água salgada se misturam.
Na usina osmótica, a água doce e a salgada são encanadas para câmaras separadas por uma membrana artificial. As moléculas de sal atraem a água doce através da membrana, causando uma pressão do lado da água marinha equivalente a uma queda d’água de 120 metros. Essa pressão pode ser usada para girar uma turbina e gerar eletricidade.
Veja a imagem da usina em funcionamento: As pesquisas com energia osmótica vêm sendo feitas pela Statkraft há mais de dez anos e, de acordo com os cálculos da empresa, o potencial global é de 1.600 a 1.700 TWh por ano – o equivalente a 50% da produção atual de energia da União Européia.
Por enquanto, o protótipo só produz até 4 kw, mas em pouco tempo deve chegar aos 10kW. Até 2015, a empresa espera construir usinas completamente operantes.
Estacionamentos com telhado recoberto por células solares são uma ótima idéia (e não necessariamente nova), mas o melhor é que já estão sendo colocadas em prática.
A combinação provê sombra para os carros e produção de energia elétrica solar que pode ser usada inclusive para carregar os automóveis. Na foto, o estacionamento da Dell Computers, que adotou a ideia na sua sede.
Finalmente um reality show que tem algo a acrescentar.
Nas palavras da própria TV Cultura, EcoPrático é o primeiro reality show da emissora. Didático e divertido, EcoPrático trata a sustentabilidade com leveza e bom humor. A cada programa, uma casa/família é escolhida para uma reciclagem de hábitos relacionados a sustentabilidade no dia-a-dia.
O programa vai proporcionar mudanças físicas e comportamentais nos participantes – aumentando as eco-práticas da casa e da família. Assista no site a primeira temporada ou na TV cultura – Domingo às 21h e quarta às 19:30h
Experimento da Universidade de Cambridge conseguiu remover tinta suficiente de um papel para que ele pudesse ser novamente utilizado para impressão.
Thomas A. M. Counsell e Julian M. Allwood, do departamento de engenharia, decidiram estudar uma maneira de minimizar o impacto ambiental da reciclagem do papel de escritório. Uma das melhores formas de se fazer isso é permitir que o papel, que antes seria jogado fora, seja imediatamente reutilizável.
O ponto de partida do estudo foram investigações anteriores, inclusive de outros pesquisadores, a respeito do uso de solventes para remover do papel a tinta preta usado nas impressoras. Existem, basicamente, três processos já testados: uso de solvente, esfregação e agitação ultrassônica.
A imersão em solventes retira somente 10% do pigmento. No entanto, quando combinada com a esfregação, a remoção chega a 50%. Por fim, se essas duas etapas forem unidas à agitação ultrassônica, a taxa chega a 80%.
Ao combiná-las, misturando diferentes solventes, os pesquisadores conseguiram melhorar o papel a ponto dele se tornar reutilizável – apesar de ser distinguido de um novo.
Eles descobriram que encharcar o papel impresso em uma mistura de 60% dimetil sulfóxido e 40% clorofórmio e aplicar agitação ultrassônica por quatro minutos resulta em um papel que pode ser rapidamente reimpresso.
A reutilização de papel pode se mostrar um ponto importante na redução do consumo mundial. Segundo dados da Aracruz, parte da maior empresa de celulose do mundo, cada brasileiro consome 39,5 quilos de papel por ano. Nos Estados Unidos, são 300 quilos por pessoa, sendo que a média mundial é de 56 quilos ao ano.
Apesar dos bons resultados, a pesquisa ainda precisa ser validada em outros tonners e tipos de papel. Além disso, são necessárias mais análises para investigar outros aspectos, como a segurança do método, a influência da temperatura e as implicações econômicas e ambientais.
Você provavelmente já deve ter ouvido falar nos avanços da Biotecnologia. E acredita que esta ciência multidisciplinar está restrita aos laboratórios e centros de pesquisa, ou que é coisa de cientista maluco! Bem, não é mais!
A Biotecnologia está mais pop do que você imagina. Está revolucionando o tratamento de esgoto em algumas cidades e tornou possível o surgimento dos biocombustíveis. É ainda o centro das discussões científicas do momento, principalmente pelas transformações que promove em vários setores produtivos, e consequentemente na nossa vida cotidiana.
Dentre as novidades que podem ser usadas por nós, simples mortais, estão os Biodegradadores, produtos multiuso que higienizam, eliminam odores e repelem insetos. No nome podem até parecer com aqueles vendidos em supermercados mas é dentro da embalagem que as diferenças são gigantes… ou microscópicas!
A Oxigênio da Amazônia – OXAM , comercializa o Emx Bio-System, produto de limpeza natural constituído por enzimas e extratos de plantas brasileiras que, além de proporcionar uma limpeza não agressiva, tem a capacidade de recuperar o meio ambiente. Essas enzimas digerem a matéria orgânica, e no melhor estilo ficção científica, eliminam bactérias e fungos que causam mau cheiro, mofo, e até mesmo chulé. E tem mais: depois dessa indigesta refeição liberam oxigênio, melhorando a qualidade do ar e das redes pluviais. O produto é super indicado para higienizar o ambiente onde vivem animais domésticos por ser 100% natural e não agredir a saúde dos bichanos. Pode ser usado diluído em água não clorada na limpeza diária da sua casa, no escritório e até mesmo em clínicas e hospitais.
No site da OXAM – é possível saber mais informações sobre o produto e como adquirí-lo.
Então, se você procura uma maneira ecologicamente correta de fazer aquela faxina ou acabar com o cheiro de xixi do seu cão no tapete da sala já pode contar com as novidades da Biotecnologia!
Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.
A definição de Ronald Azuma sobre a Realidade Aumentada é a descrição melhor aceita. Ela ignora um subconjunto do objetivo inicial da RA, porém é entendida como uma representação de todo o domínio da RA: Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. Por exemplo, um usuário da RA pode utilizar óculos translúcidos, e através destes, ele poderia ver o mundo real, bem como imagens geradas por computador projetadas no mundo.
Azuma define a Realidade Aumentada como um sistema que:
* combina elementos virtuais com o ambiente real; * é interativa e tem processamento em tempo real; * é concebida em três dimensões.
Atualmente, esta definição é geralmente utilizada em algumas partes da literatura da pesquisa em RA (Azuma, 1997). Já existem vários sistemas de manipulação da Realidade Aumentada, disponiveis gratuitamente. Existem aplicações educacionais, jogos e aplicações de Realidade nas mais variadas áreas, como: bioengenharia, física, geologia.
“...Utilize exemplos práticos de RA nos seguintes sites: http://www.realidadeaumentada.com.br/home/ (brasileiro) http://ge.ecomagination.com/smartgrid/#/landing_page (gringo) Este site da GE é relacionado a smat grid um novo conceito em distribuição de eletricidade.”
A casa construída pelos biólogos Edna e Luiz Toledo, em Barra Mansa, Rio de Janeiro, é uma real demonstração de excelência na reciclagem e reutilização de materiais. Com três andares, a construção foi feita com 90% de materiais que poderiam ser considerados lixo, por muita gente.
“Lixo? Aqui nada é lixo”, diz Edna à reportagem da Terramérica, assinada por Fabiana Frayssinet. E ela fala com conhecimento de causa. Afinal, a casa foi construída quase que inteiramente com entulho de demolições, garrafas, vidro quebrado, embalagens plásticas, papeis, papelões, embalagens de leite, tampinhas e latas, material que muita gente descarta e que acaba indo parar nos lixões e aterros. Por uma questão de segurança, apenas as vigas e pilares foram erguidos com material de construção tradicional.
Além disso, no dia-a-dia do casal, o aproveitamento dos resíduos é uma constante. Cascas de frutas servem para o preparo de alimentos. Restos de comida vão para a compostagem na “decomposteira”, um recipiente de cerâmica, criado por Luiz. É de lá que sai o adubo para a horta de orgânicos que o casal mantém.
Na ponta do lápis, verifica-se que o custo da construção é 70% mais baixo do que seria, caso fossem utilizadas técnicas convencionais. Nesta onda, Edna e Luiz já estão dando andamento a um novo projeto. Trata-se do Condomínio Rural Ecológico Integrado Autossustentável, onde 20 casas e uma área de lazer já foram construídas com material reutilizado e todo um sistema de reaproveitamento dos resíduos deve funcionar.
Porém, o casal já avisa. Somente serão aceitas no condomínio as pessoas que compartilharem da mesma filosofia que não permite que nada seja visto como lixo.
Fonte: Revista Digital Envolverde http://blog.eco4planet.com/2009/10/uma-casa-ecologica-de-fato/
Uma estimativa feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que as emissões de gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 24,6% entre 1990 e 2005. Desde 1994, último ano para qual o país havia produzido um inventário oficial, o aumento foi de 17%. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
O trabalho foi liderado pelo pesquisador Carlos Cerri. A pesquisa mostra que as emissões decorrentes do desmatamento cresceram 8,1% entre 1994 e 2005, taxa menor que a referente a outras causas. Emissões vindas de energia, agropecuária, indústria e lixo tiveram juntas aumento médio de 41%. Mesmo com essa diferença, o desmatamento continua sendo o principal emissor, representando 51,9% do total.
O crescimento de 41% foi menor que o de muitos países ricos que deveriam estar cortando emissões em vez de aumentar, conforme prevê o Protocolo de Kyoto. Gigantes pobres como China e Índia tiveram aumentos maiores (89% e 62%, respectivamente). As emissões não-desmate do Brasil, porém, subiram mais que a média mundial de 28,1%.
Segundo Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o resultado de Cerri “é muito parecido” com os números do estudo encomendado pelo ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) deve divulgar suas estimativas até a conferência do Clima, que acontece em dezembro em Copenhague.
Os cálculos de Cerri e seus colegas saem em um artigo na edição desta semana da revista “Scientia Agricola”. . Este é o primeiro post de capalbo, um dos novos colaboradores do blog eco4planet. Rafael capalbo, seja bem-vindo! .
“...e infelizmente o governo vai em Dezembro a uma reunião mundial que unirá 200 países para falar de aquecimento, e a meta brasileira? Reduzir 80% até 2020, isso mesmo daqui 11 anos. Até lá talvez não haja mais floresta para isso, e se aumentou 24,6% daqui 11 anos isso aumentará mais. Fazendo uma conta de leigo, se subiu tudo isso e com o crescimento da população sempre pra cima, esses 80% de hoje ficaram negativos daqui a 11 anos!’’
Uma tecnologia de baixo custo, desenvolvida no Brasil, permite capturar moléculas de gás carbônico e, além de impedir que elas sejam lançadas na atmosfera pelas indústrias, transforma a poluição em potencial em insumos com valor de mercado. Esferas cerâmicas O dispositivo central da tecnologia tem a marca da simplicidade. Ele é formado por pequenas esferas cerâmicas, de cor branca e medindo menos de meio centímetro de diâmetro. Quando colocadas nos sistemas de exaustão das indústrias, essas esferas são capazes de absorver até 40% do dióxido de carbono (CO2) expelido pelas chaminés. A tecnologia, desenvolvida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já está sendo transferida para a iniciativa privada, para início de comercialização. A implantação ainda irá exigir estudos de engenharia para cada tipo de indústria onde a tecnologia será implantada. Outro item de destaque é que a pesquisa levou apenas dois anos, do seu início até a fase de transferência de tecnologia para o setor privado, abrindo novas perspectivas em um campo considerado bastante complexo em todo o mundo.
“... O Brasil rumo a um futuro melhor, já não é a primeira vez que o Brasil se destaca em alguma nova tecnologia que trás benefícios ao ambiente, infelizmente o incentivo do governo a essas tendências é muito modesto. Falta muito para que o Brasil atinja um patamar de respeito, mas cientistas, desenvolvedores, engenheiros e demais não desanime nunca, mesmo porque somos brasileiros e não desistimos.”
Chegou um livro earth-friendly que traz ideias utilizando material reciclado e verde.
Nele é possível encontrar desenhos ensinando como fazer, fotos de detalhes de livros feitos com alguns materiais reciclados e explicações para fazer uma costura simples para finalizá-lo. Há também uma galeria com uma lista de eco books criados por artistas internacionais que podem servir de inspiração.
Então guarde suas caixas de ovos, madeiras, latas de cerveja e fitas cassete para fazer capas e use filtros de café e jornais velhos para transformá-los em páginas. Com as ideias do livro, você pode criar um conjunto de caixas de livros com caixa de cereal, um caderno com papelão e até mesmo fazer um falso couro com saquinhos de chá.
O Eco Books de Terry Taylor, está disponível pela Lark Books ao custo de $22,95. . Este é o primeiro post de Juliana, uma das novas colaboradoras do blog eco4planet. Juliana Cristina da Silva por ela mesma: “Bacharel em Letras/Linguística. Tenho também muito interesse por literatura, cinema e fotografia”. Seja bem-vinda! . Veja também
* Veleiro a Hidrogênio * Ronaldo e Cafu recebem prêmio em N.York por defesa do meio ambiente * Já está nos ares o primeiro avião tripulado movido a hidrogênio do mundo * Italianos criam hidrogênio a laser * Estudo diz que planetas também engordam
Se pudessemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exactamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes actualmente, seria algo assim:
Haveria: 57 asiáticos, 21 europeus, 14 pessoas do hemisfério oeste (tanto norte como sul) e 8 africanos. 52 seriam mulheres, 48 homens. 70 não seriam brancos, 30 seriam brancos. 70 não cristãos, 30 cristãos. 89 heterossexuais, 11 homossexuais confessos. 6 pessoas possuiriam 59% da riqueza de toda a aldeia e os 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos. Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições subhumanas. 70 não saberiam ler, 50 sofreriam de desnutrição, 1 pessoa estaria a ponto de morrer, 1 bebe estaria prestes a nascer. Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária. Nesta aldeia haveria 1 só pessoa que possuiria um computador. Ao analizar o nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, é quando se faz mais premente a necessidade de aceitação, entendimento e educação.
Agora pense... Se você se levantou esta manhã com mais saúde que doenças, então tem mais sorte que os milhões de pessoas que não sobreviverão esta semana. Se nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado, ou a aflição da fome, então está melhor do que 500 milhões de pessoas. Se pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto. Então é mais afortunado que 3 milhões de pessoas no mundo. Se tem comida no frigorífico, roupa no armário, um teto sobre a sua cabeça e um lugar onde dormir, então é mais rico que 75% da população mundial. Se guarda dinheiro no banco, na carteira e tem algumas moedas num cofrezinho. Já está entre os 8% mais ricos deste mundo. Se os seus pais ainda estão vivos e juntos. Então é uma pessoa MUITO rara. Se por acaso leu esta mensagem, tem mais sorte que mais de 2 Milhões de pessoas neste mundo que não sabem, sequer, ler.
O lilás é um arbusto muito utilizado em vários tipos de jardim pela beleza e rusticidade das suas flores. Seu nome científico, Syringa vulgaris, tem origem no grego “syrinx”, que significa “flauta”, já que os caules ocos dessa planta são utilizados para fabricar o instrumento. Dê cor e perfume ao seu jardim cultivando lilás.
Passos 1 Você pode cultivar lilás em vasos ou para formar maciços, cercas-vivas e alpendres. 2 Prepare o substrato onde você plantará o lilás revolvendo-o profundamente. O solo deve ser neutro. Não pode ser muito fértil para que o nível de acidez não aumente. 3 Mantenha o terreno úmido, regando duas ou três vezes por semana, de acordo com o microclima do seu jardim. 4 Depois que o lilás enraizar, a planta florescerá com a chegada dos dias quentes. Nesse momento é oportuno realizar uma poda de limpeza na folhagem mais perto do chão. 5 Com um borrifador, molhe os ramos com uma mistura de água e sabão branco dissolvido para evitar o ataque dos tatuzinhos de jardim, a principal praga que ataca esta planta. 6 A partir do primeiro ano você pode reproduzir o seu lilás usando uma das seguintes técnicas assexuadas: enxerto (utilizando o Ligustrum ovalifolium como porta-enxerto), mergulhia ou alporquia, estaquia ou divisão de touceiras.
Importante
* O lilás é muito fácil de cultivar porque se adapta a qualquer condição climática e a todos os tipos de solo. * Se você quiser garantir uma grande floração, deixe a planta exposta a baixas temperaturas durante o inverno.
Consideradas emissoras em potencial de gases causadores de efeito estufa, empresas como usinas termelétricas, siderúrgicas, refinarias e polos petroquímicos terão que declarar relatórios de impacto ambiental a previsão de emissões do empreendimento. A nova exigência no licenciamento será inclusa pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A determinação vai constar no termo de referência – documento que estabelece como deve ser feito o relatório de impacto ambiental da obra. As formas de compensação relacionadas às consequências da instalação dos empreendimentos também deverão estar nos estudos.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que a medida está de acordo com a legislação ambiental e converge com as posições recentes do setor industrial, que tem cobrado ações mais eficazes do governo federal no que diz respeito ao combate às mudanças climáticas, além de mostrar disposição para apresentar voluntariamente os inventários de emissões. “Espero que agora não haja distância entre a intenção e o gesto”, observou o chefe da pasta ambiental.
...Viva o Brasil mais verde o/. É pouco e modesto as movimentações do Brasil em relação ao meio ambiente mesmo sendo o pulmão do mundo. Porém no pé que estamos toda ajuda é bem vinda, poderia ser muito, mas muito maior, mas como preservar não da nem de longe o lucro que dá em degradar continuaremos com singelas mudanças.
É cada vez menor o número de americanos que acham que a Terra realmente está aquecendo.
Segundo a última pesquisa nacional realizada pela Pew Research Center for the People & the Press, houve uma grande queda no número de pessoas que acreditam na existência de evidências concretas de que as temperaturas do planeta estão aumentando.
Em abril do ano passado, 71% dos entrevistados afirmavam haver provas o suficiente a respeito do aquecimento. Já este ano, dos 1.500 adultos entrevistados entre 30 de setembro e 4 de outubro, apenas 57% se dizia convencido do problema.
As pessoas também parecem ter deixado de acreditar que esta seja uma questão grave: se em 2008 44% dos americanos mostrava preocupação, em 2009 são apenas 35%.
No mesmo período, também houve uma queda no número de pessoas que crêem que o aquecimento é resultado das atividades humanas, como o uso de combustíveis fósseis: apenas 36% este ano, contra 47% em 2008.
... O mais engraçado é que são eles, os norte americanos quem mais poluem, consomem, e degradam! Mas é muito difícil enxergar que você comete um erro, é muito mais fácil olhar pra frente e ver o erro dos outros. É a famosa fila indiana, você coloca os problemas nas costas e as qualidades na frente, assim você só enxerga os defeitos dos outros e os outros os seus, nunca vão enxergar os próprios defeitos, pois não olham para trás.
A energia solar já mostrou que é uma alternativa eficiente e sustentável a outras formas de energia, especialmente aos combustíveis fósseis. Mas apesar de suas vantagens, esse modelo de captação de eletricidade ainda possui muitos problemas, como o alto custo e a necessidade de um espaço apropriado para a sua instalação. Para reverter essa situação, uma empresa lançou uma linha de painéis solares mais finos, leves e flexíveis, capazes de se adaptar a diversos tipos de construção.
Os painéis foram desenvolvidos pela Power Film Solar e podem ser integrados ao projeto arquitetônico da construção graças à sua tecnologia feita com placas solares flexíveis, duráveis e de baixo custo. Medindo cerca de 0,025 milímetros de espessura, esses painéis usam apenas 1% do silício utilizado em outros painéis e são livre de cádmio.
A companhia já utiliza essa tecnologia desde 2005 em aplicações militares e agora está investindo no uso desses materiais em outros produtos. De coberturas metálicas até barracas de lona, os fabricantes garantem que o painel pode ser aplicado em qualquer superfície. A energia gerada pelas placas solares é armazenada em baterias locais e convertida em correntes elétricas que poderão ser utilizadas diretamente na iluminação local ou em outras aplicações.
Outras aplicações da tecnologia foram feitas em produtos menores e portáteis, como carregadores de baterias, celulares, computadores e outros gadgets. As células fotovoltaicas são aplicadas em espécies de tapetes capazes de gerar até 60 Watts de eletricidade e que podem ser enrolados e transportados para qualquer lugar.
Ao todo, são quatro linhas de produtos que incluem carregadores portáteis, geradores em larga escala, coberturas de construções e até produtos customizados. Os produtos estão disponíveis em diversos países, como Estados Unidos, Turquia, Reino Unido, Canadá, entre outros. Os produtores não informaram os preços nem se realizam vendas para o Brasil, mas os interessados podem buscar mais informações no site da empresa ou pelo e-mail jstone@powerfilmsolar.com.
Peças são gravadas a laser e terão formato único.Serão produzidas mais de mil medalhas com circuitos reciclados.
Os campeões dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, que serão realizados em fevereiro do próximo ano na cidade de Vancouver, no Canadá, não serão agraciados com ouro, prata e bronze como de costume. Em vez disso, eles pendurarão um material muito mais tecnológico em seus pescoços: placas de circuitos de computador derretidas e recicladas.
Na realidade, o trabalho de reciclagem coleta os metais ouro, prata e bronze dos circuitos reciclados de computadores antigos para produzir as medalhas. Os detalhes são gravados a laser e cada corte é único, fazendo com que cada peça seja diferente da outra. Ainda, elas terão desenhos e ondulações que remetem à história e ao relevo de Vancouver.
Ao todo, serão produzidas 615 medalhas para os Jogos Olímpicos e 399 para os Jogos Paraolímpicos com o material.